Amy Winehouse, mais uma vida disperdiçada

A cantora britânica Amy Winehouse morreu na tarde de 23 de julho, por volta das 16h, aos 27 anos. A polícia de Londres encontrou o corpo da cantora na casa onde ela vivia. Não há duvida que estamos testemunhando de mais uma vítima das drogas em especial o álcool. Amy não foi só mais uma drogada, além de consumir muita droga fez muita apologia a uma vida libertina, aliás foi exatamente isto que fez dela uma celebridade conhecida no mundo todo. Ela não se perdeu nas drogas devido a fama, ela já era dependente química quando se tornou famosa. Amy havia saído a pouco tempo de um programa de reabilitação e estava sob-regras severas para não beber. A dependência era um fato na vida da jovem há muitos anos. Ela iniciou sua vida no mundo das drogas na adolescência. Amy Winehouse teve seu auge em 2008, quando ganhou cinco dos seis prêmios Grammy a que disputava,  lançou dois discos: “Frank” (2003) e “Back To Black” (2006), que trouxe hits como “Rehab”, “You Know I’m No Good” e “Tears Dry On Their Own”. A cantora inglesa esteve no Brasil onde realizou cinco shows em janeiro de 2011.

Nos últimos tempos ela não estava mais realizando shows, devido a dificuldade de cumprir compromissos pela falta de capacidade de se manter sóbria. Amy já foi presa por porte de drogas e agressões em bares de Londres, uma de suas declaraçoes sobre o álcool ela disse: “Eu e a bebida temos uma relação bastante intensa, de amor e ódio. Tenho noites incríveis e divertidas e momentos péssimos, que me causam sérios problemas.” Ela tinha razão o álcool foi mais forte e lhe tirou o que ela tinha de mais precioso, sua própria vida. Não há duvida que ela era talentosa e muito menos de que era inconsequente. Minha intençao não é julgar a Amy pois sinto muito pelo qua aconteceu a esta jovem, mas desejo alertar aqueles que se envolvem com drogas sem medir as consequências. O que fica de lição com a morte dela é que a drogadição é um caminho perigoso e fatal para a juventude.  Sei que Deus amava a Amy e sei também que Ele tinha sonhos para a vida dela. Deus conhecia toda a vida desta jovem que foi tumultuada desde a infância, conforme ela mesmo declarava. Amy escolheu viver uma vida sem regras e se tornou refém desta escolha. No dia de sua morte já não havia possibilidades de escolher, para ela as drogas estavam no controle. Muitos jovens tem escolhido pelas drogas e com Amy não foi diferente, a mensagem que a própria Amy passava era de independência e liberdade, mas ela conheceu a cruel realidade que a dependência química proporciona que é a dependência e libertinagem. Amy frustrou os planos de Deus na vida dela, teve sua vida abreviada por suas escolhas erradas. Meu desejo é que todos os jovens que foram influenciados pela imagem libertina de Amy possam agora ser influenciados pela dura realidade que experimentou a talentosa Amy. Provérbios – 14:8 diz que: A sabedoria do homem prudente é discernir o seu caminho, mas a insensatez dos tolos é enganosa.

Márcio Tunala

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